Artes Plásticas. Quatro artistas no M.A.M.


Quirino Campofiorito. “O Jornal” do Rio de Janeiro – 10 de maio de 1966


Maurício Salgueiro é um dos jovens escultores brasileiros que mais se vem destacando, tanto pela presença notória em coletivas nacionais, como em certames importantes no estrangeiro. Detentor do Grande Prêmio Nacional de Escultura do I Salão de Arte Moderna do Distrito Federal (Brasília – 1964); do 1º Prêmio de Escultura do Salão “Esso” para jovens artistas sul americanos, foi convidado, por motivo dessa premiação, a expor em Nova York no I Salão “Esso”, de Jovens Artistas Latino Americanos: - na Bienal de S. Paulo (1965), teve merecido destaque co o conjunto de obras que então exibiu.

Fez estudos na Escola de Belas Artes (Rio de Janeiro) e completou-os em viagem por alguns países europeus. Sua obra trás à escultura moderna uma inestimável contribuição, pelo espírito da inventividade que lhe assiste em sua permanente evolução. Na próxima exposição do M.A.M., Maurício Salgueiro vai revelar o fruto de audaciosas e inteligentes pesquisas formais que vem enfrentando com decisão desde sua presença na Bienal de S. Paulo. O som, a luz e a cor são elementos que Maurício Salgueiro soma com elevado critério artístico a suas criações atingindo um critério novo e surpreendente da escultura.