POLIVISÕES


SANIN CHERQUES – 1992


Artista plástico e também fotógrafo Mauricio Salgueiro acabou por incorporar um objeto e a sua fotografia – o tri e o bidimensional. Sempre preocupado com a interação do espectador com a obra através dos botões que acionam suas esculturas, Mauricio desta vez prescinde do mecanismo e propõe um desafio mais sutil – o olho nu.

Na série POLIVISÕES Maurício associa duas expressões do seu vocabulário plástico – a escultura e a fotografia – as três dimensões do sólido e a bidimensionalidade de sua fotografia.

Incorporando no mesmo espaço a fonte e seu resultado fotográfico as POLIVISÕES sugerem a retomada de antiga discussão confrontando o real e sua representação.

O primeiro é agora e será sempre; o outro, naquele momento da fotografia era. Agora foi e é.